Testosterona baixa na mulher – Veja como identificar e o que você pode fazer para aumenta-la.

Atuando na produção de músculos, na vontade sexual e em diversos outros fatores “humorais” a testosterona baixa na mulher pode ser algo “fatal” para o bem estar feminino.

Testosterona baixa na mulher – Apenas o exame é suficiente?

Apesar de muito utilizado, a dosagem sanguínea de testosterona não é recomendada para avaliar a baixa de testosterona. A dosagem sanguínea deve ser utilizada apenas na avaliação da “super-produção” do hormonio ( o hiperandrogenismo).

Isso porque o exame não confiável para valores menores que 100ng/dL, que por si só já é maior do que a faixa “normal” para mulheres.

Então, caso você receba um exame com uma “baixa” de testosterona, não se assuste. O exame sozinho não tem poder diagnostico e não representa a realidade.

Para que haja um diagnostico de hipogonadismo (que é a baixa produção de hormônios) são necessários sintomas clínicos claros.

O que é preciso avaliar?

O diagnostico de baixa testosterona em mulheres é feito através de sintomas clínicos como, baixa libido, dificuldade no ganho de massa, fadiga, desanimo entre outros.

Para isso o ideal é consultar um endocrinologista, tanto para avaliar se realmente há uma deficiência desse hormônio, como para avaliar a necessidade de reposição hormonal, que diga-se de passagem, tem sido utilizada de forma indiscriminada por médicos despreparados.

O que pode gerar a baixa de testosterona?

Além de distúrbios hormonais que podem ser desencadeados por fatores genéticos, fatores como sono, estresse e baixa ingestão calóricas também são capazes de afetar os níveis de testosterona nas mulheres.

Dietas muito restritivas (geralmente visando o emagrecimento rápido), noites de sono mal dormidas e/ou com poucas horas de duração, e até uma rotina de vida estressante, com cobranças no trabalho, em casa, associados ao sedentarismo e hábitos de vida ruins, todos esses fatores podem influenciar na queda da testosterona.