Colesterol alto – Veja as implicações, e o que você pode fazer para diminui-lo.

Colesterol alto é considerado acima de quanto nos exames?

Grande parte dos laboratórios colocam como valor de referencia valores menores que 190 para um ideal de colesterol. Porém, de acordo com alguns consensos, valores de até 200 mg/dL são considerados normais, valores entre 200-239 são considerados limítrofe alto, e valores acima de 240 considerados altos.

Mas é importante ressaltar que valores acima de 190, mesmo que ainda não seja considerado uma hipercolesterolemia, ainda sim é um sinal de alerta de que algo não esta funcionando como deveria.

E não importa se sua família inteira tem colesterol alto. Isso não muda a necessidade de um acompanhamento e de uma intervenção individualizada.

Quais as implicações desse colesterol elevado?

O aumento do colesterol que geralmente vem associado a um processo inflamatório, a maus hábitos alimentares e ao sedentarismo gera um aumento considerável no risco para a saúde cardiovascular.

De forma geral, um colesterol aumentado facilita a deposição de gordura nas artérias, que com o passar dos anos pode gerar consequências graves como o infarto.

É importante ressaltar também que parâmetros como HDL, LDL, triglicerídeos entre outros são tão importantes quanto o colesterol na saúde cardiovascular, sendo comum alterações em mais de um desses parâmetro.

O que podemos fazer para diminui o colesterol?

Quando pensamos em diminuir o colesterol precisamos ter claro na mente o que tem gerado essa elevação. Se é devido a uma má alimentação, se é algum fator genético, ou se esse aumento é secundário a outras condições ou medicamentos.

Mas de qualquer forma, algumas mudanças alimentares com certeza ajudarão nesse controle.

  • Aumento no consumo de fibras. (verduras, legumes, frutas, aveia, ou até suplementos);
  • Diminuição do consumo de carboidratos, principalmente os simples (açucares);
  • Perda de peso (Emagrecimento)
  • Restringir o consumo de gorduras saturadas (gorduras de fonte animal)

Isso pensando apenas em alimentação, mas outros fatores são essenciais nesse processo, como a atividade física e o sono. Não os subestimem.